3 Sons que eu prefiro ao vivo.

Porque a gente toca muuuito!

Eu sou do tipo da pessoa que prefere versões de estúdio, mesmo porque existem algumas bandas que mudam totalmente seu  som  ao vivo, e quando eu tô lá no show toda animada e vou cantar acabo me sentindo uma trouxa porque canto tudo diferente do que os bichos estão cantando, fora os solos né, que alguns teimam em mudar totalmente. Juro que já chegou a me dar vontade de chorar, pois passei o show todo esperando por minha música preferida e quando ela foi tocada estava totalmente diferente, que tristeza! Por outro lado existem excelentes bandas que conseguem o feito de fazer seu som de maneira  muito mais foderosa ao vivo , deixando as  versões de estúdio nem tão interessantes assim. É como diz o sábio Faustão: Quem sabe faz ao vivo. E faz bem feito!!  E como eu amo/sou uma listinha, resolvi escolher 3 versões ao vivo que na minha opinião são as mais fodásticas e preferíveis. Deixando bem claro que não manjo absolutamente nada (em termos técnicos) de música. Apenas gosto e exponho o porquê do meu gosto. =D

 U2 – Gloria >>  A versão ao vivo em questão é a do FuckingBestGreat álbum  Under a Blood Red Sky, gravado durante o show de Red Rocks ( que também rendeu um senhor DVD ) em 1983.

Por que a versão ao vivo é melhor?

É simples. Apenas um ser deixa essa versão foderônica, seu nome: Adam Clayton. O que diabos é aquele baixo durante toda a música, e especialmente no solo, a partir dos 3:11 ? Não desmerecendo os outros músicos em questão ( nunca, afinal é a minha banda preferida), mas se não fosse meu querido baixista low-profile, essa versão jamais seria a mesma!  O baixo do Mr. Adam Clayton, a grande estrela de Gloria =D

Pink Floyd – Learning To Fly >>  Versão do álbum Pulse, gravado durante a turnê de promoção do The Division Bell ( em 94 ), e que mais tarde ( 2006 ) foi lançado em DVD.

Por que a versão ao vivo é melhor?

Pink Floyd é uma banda que foi feita pra tocar ao vivo, e ponto. Simplesmente todas as versões ao vivo são superiores às de estúdio, e com Learning to Fly não seria diferente. Pra começar a versão do Pulse tem uma senhora introdução, com uma puta bateria, e claro, ele mais uma vez, o baixo, e que baixo heim Guy Pratt? Sem deixar de lado a performance intocável de Tim Renwick na guitarra, junto com o tio Gilmour. Enfim, música boa e bem feita, como eu gosto. =)

Whitesnake – Slow An´ Easy >> Do álbum e DVD Live at Donington 1990, gravado durante o festival Monsters of Rock. E também a versão do álbum Live: In the Shadow of the Blues, gravado durante a turnê mundial da banda na Europa, em 2006.

Que baladinha o que, os melhores sons do Whitesnake são os que têm a pegada mais pesada, e Slow an´Easy é a prova disso.

Por que a versão ao vivo é melhor?

Posso dizer que sou meio sazonal em matéria de Whitesnake ,não conheço muito realmente, mas o que conheço gosto. A primeira vez que ouvi Slow An´ Easy foi paixão a primeira vista, e foi justo uma versão ao vivo, do  Live: In the Shadow of the Blues, acho essa incrível, e o mais cômico é que esse álbum foi super criticado por ser fraco e tals, mas eu gosto demais dessa versão, ela me parece mais pesada do que a original, ( eu disse que não manjo muito né, mas eu gosto, risos ).

Outra versão ao vivo dessa mesma música que também achei superior foi a do já citado Live at Donington. Ela tem uma guitarra que pelamor . Aliás a interação “Coverdale-lindáum”/guitarra, durante e após a música é fodástica, que guitarra do c@#$%!!  Só podia ser o Steve Vai mesmo, pqp ao cubo! Guitarra inconfundível e épica!!! E créditos ao Adrian Vandenberg  também, porque o final olha… 

Versão carregadaça e pesada, digna de um bom Whitesnake! =D 

Existem muitas outras bandas que na minha opinião nasceram pra tocar ao vivo, e Supertramp e Deep Purple são alguns exemplos, mas pra não ficar um post de 500 metros deixarei pra uma próxima, com mais uma porrada de sons. =D

* A molecada da foto é de uma banda americana de verdade, chamada Unavailable. O vocal e guitarra, Ryan Watson, tem apenas 9 anos!! Num próximo post comentarei sobre eles =D

>> Trilha sonora deste post:  “Whitesnake – Live at Donington 1990”

Sobre rosegomes

Rose,Tia Rose, Desert Rose ou só Desert, como quiser. Estudante de jornalismo, amante de boa música e boa bebida. Traz no currículo a pretensão de ser um Fábio Massari de saias. Contato: cademeuwhiskey@gmail.com
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Uma resposta para 3 Sons que eu prefiro ao vivo.

  1. Sem deixar de citar a performance do Gary Wallis em Learning to Fly

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