Sobrenatural: Experiências paranormais no mundo do rock Pt. 2

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Buuuuuu (pt 2)

Dando sequência à listinha de assuntos paranormais ligados a grandes nomes do rock, confira abaixo as 7 historinhas restantes e tire suas próprias conclusões.

Sammy Hagar – Vocalista de grandes bandas como Van Halen, Montrose e Chicken Foot, Hagar teve uma experiência um tanto quanto estarrecedora aos 20 anos de idade, que ele também contou ao programa Celebrity Ghosts. Uma noite, quando Sammy estava dormindo, ele ouviu alguém batendo em sua porta. Então ao abrir ficou chocado ao ver que era seu pai totalmente bêbado. Eles não tinham uma boa relação. “Hagar pai”  era alcoólatra e vivia se metendo em brigas. Sammy acabou expulsando seu velho aos chutes, temendo que ele acordasse todo mundo. Mal o músico  voltou a deitar-se e voltaram a bater na porta. Desta vez foi um dos companheiros de banda avisando que sua irmã havia ligado e que seu pai havia sido encontrado morto debaixo de um banco de um parque, no sul da Califórnia. Sammy estava ao norte da Califórnia, ou seja, a 705 km de seu pai. “Eu não pude dizer nada à minha irmã, foi estranho , era o meu pai. Foi tudo muito físico e real. Lamento não tê-lo deixado entrar. Acredito que ele tenha saído do corpo e quis me ver.”

Medo nível >> É, fiquei “receosa” …

Testament – Com o objetivo de gravar um novo álbum, a banda mudou-se de Oakland –Califórnia, para Pittsburg. As novas instalações do estúdio contavam com computadores e aparatos modernos. Porém, fenômenos estranhos começaram a acontecer. “O novo local é um prédio antigo, que já abrigou antes um outro estúdio. Ele tem uma vibração estranha, a sala-de-controle fica bem ao fundo, parece uma catacumba, e muitas vezes ela se desliga sozinha no meio da madrugada”, informou a banda em nota oficial, na época do ocorrido. “O curioso é que nada disso acontece durante o dia. Já investigamos o que pode ser a causa do desligamento da madrugada e não encontramos nenhuma evidência de entrada de pessoas ou mesmo a presença de ratos que pudessem desligar o equipamento. Há um vizinho, um velho aposentado chamado Frank, que garante que é primo do ator Kris Kristofferson e ex-baixista de Willie Nelson. Ele nos contou que o local foi um estudio de uma banda de jazz de Norman Abercrombie, Frank tocou muitos e muitos anos no estúdio. Mas ele fechou quando o músico se aposentou, no início dos anos 80. Logo em seguida, Norman morreu e seu filho que era um gangster foi assassinado em circunstâncias muito misteriosas. Será que estão aí as respostas para os desligamentos repentinos das madrugadas?”

Medo nível >> Maaaarketing …

Tony Iommi –  No início da década de 70, o Black Sabbath estava no castelo de Clearwell na Floresta de Dean, para participar de uma sessão de composição para um novo álbum, o Sabbath Bloody Sabbath, de 1973. Segundo o guitarra Tony Iommi  em entrevista à revista Guitarist Magazine, foi quando eles viram a aparição.                                “Estávamos arrumando o equipamento nas masmorras, somente eu, Geezer, e Ozzy. Então fomos  andando pelo corredor e vimos uma figura encapuzada vindo em nossa direção. Nós pensamos, quem é esse? Ele entrou em uma sala, e nós seguimos para ver quem era e não havia ninguém lá. Nós contamos  aos proprietários do castelo sobre o ocorrido, achamos que eles diriam que éramos loucos, mas apenas disseram, ‘Oh, sim , é o fantasma do castelo'”

Nível de medo >> Bom, já que os próprios donos do castelo conhecem o fantasminha camarada então só me resta acreditar. Ou não.

Meat loaf –  O músico Meat Loaf falou sobre seus conceitos de vida após a morte ao site da revista ShortList . O cantor norte-americano afirma ser regularmente visitado por seres sobrenaturais. “Acredito que há algo além da vida. Já vi fantasmas, estive entre eles. Alguns são apenas energias que ficaram pra trás, outros possuem inteligência. Conversei com alguns usando medidores de tensão do ambiente que os permitem responder sim ou não”. Loaf também contou sobre uma experiência no mínimo estranha que aconteceu durante as gravações do álbum Bat Out Of Hell, de 1977. “Estava no estúdio e vi aquela garota loira, de vestido branco. Desci a escada e falei para os caras da banda que tinha uma groupie na varanda. Responderam: ‘como é que ela conseguiria ir parar lá?’ Subiram todos e lá não tinha ninguém”.

Medo nível >> Se queria aparecer, conseguiu.

Bret Michaels – O vocalista da banda Poison revelou que passou a acreditar em fantasmas depois de ver a falecida avó por 2 vezes, muito tempo depois de sua morte. “Eu acredito absolutamente, com certeza, vi uma aparição… Eu senti a presença de alguém chegar e colocar suas mãos sobre meus ombros. Foi uma sensação de calor. Era quase como um amigo. Quando me virei, vi que era a minha avó”. Bret conta que aos 17 anos viu uma luz estranha no porão de sua casa: “Fiquei muito assustado, mas quando penso nisso, penso em como me motivou, me mostrou que aquela vida com aqueles amigos me levaria a algum lugar, eu precisava muito de algum sinal e naquele dia eu tive.”                Anos depois, já em sua nova casa comprada devido ao sucesso da banda, sua avó tornou a aparecer para levar uma mensagem de amor à sua família, e lhe dar os parabéns por sua carreira.

 Medo nível >> Só faltou a vózinha pedir pra que ele se achasse menos né?

Brian Johnson – Em entrevista para a Q Magazine, o vocal do AC/DC contou como surgiu assustadoramente a inspiração para compor Hell’s Bells, um dos maiores clássicos da banda. “Eu não acredito em Deus, ou no céu ou no inferno, mas algo diferente aconteceu. Não tínhamos TVs nos quartos. Só havia uma grande folha de papel e eu precisava escrever algumas palavras. Eu tinha uma garrafa de Whiskey e fui, com goles generosos… Aí eu comecei a escrever e não parei mais. E estava lá: “Hell’s Bells”. Depois mantive a luz acesa durante toda a noite, cara…”

Medo nível >> a bebida inspira demais, por falar nisso, cadê meu whiskey?

Paul McCartney – Em entrevista à BBC, o ex-beatle Paul McCartney revelou que contou com a ajuda do espírito de George Harrison, morto em 2001, para escrever a música Friends To Go do álbum Chaos and Creation in the Backyard, de 2005. “Eu simplesmente tive esse sentimento, isso é George. Eu era como George, escrevendo uma de suas músicas. Eu só escrevi com muita facilidade porque não era eu quem estava escrevendo”. Paul afirmou que  não sabe ao certo qual o significado da letra da música, e que achou interessante o  verso: “ ‘I’ve been sliding down a slippy slope, I’ve been climbing up a slowly burning rope’ (tenho deslizado em uma descida escorregadia, tenho escalado uma corda que se queima lentamente)”, comentou McCartney. “Eu então pensei: é uma música do George.”

Medo nível >> O que o Paul estava bebendo? Será que era o mesmo whiskey do Brian?

E aí o que você achou, deu pra assustar? Embora eu tenha dado meus pitacos críticos (com o único intuito de distrair os mais impressionados), acredito sim em todos os depoimentos, pois como já disse anteriormente, ninguém está livre de passar por experiências bizarras…

Trilha sonora deste post >> Grand Funk Railroad “Closer to Home” – 1970

Sobre rosegomes

Rose,Tia Rose, Desert Rose ou só Desert, como quiser. Estudante de jornalismo, amante de boa música e boa bebida. Traz no currículo a pretensão de ser um Fábio Massari de saias. Contato: cademeuwhiskey@gmail.com
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