3 discos 5 estrelas de junho

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Só discão hehe

Mais um mês chega ao fim (o ano está voando) e mais três disquinhos ouvidos e muito, durante junho. Desta vez separei entre os que mais ouvi dois super clássicos e um lançamento do mês, que na minha opinião é um fortíssimo candidato a álbum do ano! Bora lá =D

Grand Funk Railroad – E Pluribus Funk (1971) – O quinto álbum de estúdio do até então power-trio americano traz capa caprichada, faixas bem executadas e vocais vibrantes, como no caso da empolgante Footstompin´Music.

O destaque deste  disco, que é daqueles de ser facilmente apreciado por inteiro, sem pular nenhuma faixa é, sem dúvida, a guitarra de Mark Farner com seus riffs poderosos presentes em 100% do disco.  A batera de Don Brewer e o baixo marcado de Mel Schacher também se evidenciam com graça nas faixas People Let´s Stop the War e I Come Tumblin.

 A graciosa e sofrida Loneliness  fecha este trabalho que possui apenas sete faixas, mas faz jus à máxima de que qualidade não é quantidade. Obra-prima de altíssimo nível este disco do Gran Funk  juntamente com Closer to Home é essencial à coleção de qualquer fanático por boa música.

★★★★★

Genesis – Invisible Touch (1986) – Apesar de ser um álbum da era mais comercial da banda, (e que alguns fãs mais rabugentos da era prog detestam), Invisible Touch também traz em seu conteúdo algumas faixas que flertam  de leve com o progressivo que a banda sempre executou muito bem, caso das bem elaboradas Tonight Tonight  e the Brazilian.

O álbum consegue manter uma atmosfera agradável desde seu início com a faixa-título Invisible Touch – um dos maiores sucessos da banda – até o fim, com a instrumental e já citada The Brazilian, intercalando com maestria faixas mais leves e bem humoradas como a simpática Land of Confusion (uma sátira ao governo da época), com letras de teor mais social como Domino, sempre mantendo a dose certeira na cativante voz do adorável Phil Colllins.

Um dos discos mais adoráveis da banda. 

★★★★★

The Winery Dogs – The Winery Dogs (2013) – O que temos quando se junta três exímios músicos dotados de um talento descomunal? A resposta é fácil, simplesmente um dos melhores álbuns do ano! Estou falando do novo projeto de  Richie Kotzen (ex-Poison/ex-Mr.Big), Mike Portnoy (ex-Dream Theater/ex-Adrenaline Mob) e Billy Sheehan (Mr. Big).

O álbum traz um tom vibrante que se faz presente em absolutamente todas as faixas, com forte destaque para a potente Elevate, que abre brilhantemente os trabalhos, a “porrada  graciosa” de  Desire (com solo de baixo matador) e The Other Side que traz ritmo empolgante e batera monstruosa. Nem mesmo em faixas mais calmas como no caso da balada I´m no Angel o disco cai no tédio.

O toque preciso do experiente Sheehan, as viradas impactantes de Portnoy e o vocal intenso de Kotzen que em certos momentos se assemelha ao de Chris Cornell, mas sem cair na mesmice grungística que já deu o que tinha que dar, garantem o sucesso deste disco que já era um grande sucesso anunciado antes mesmo da minha primeira audição.

Se você gosta de ouvir instrumentos executados de maneira brilhante, (especialmente o contrabaixo), escute este disco!

★★★★★

Postado ao som de Winery Dogs – “The Winery Dogs -2013”

Sobre rosegomes

Rose,Tia Rose, Desert Rose ou só Desert, como quiser. Estudante de jornalismo, amante de boa música e boa bebida. Traz no currículo a pretensão de ser um Fábio Massari de saias. Contato: cademeuwhiskey@gmail.com
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