5 bons covers de The Who

Meninos, acordem que tem uns covers muito bons pra vocês ouvirem!  ; )

Meninos, acordem! =)

Mantendo a mesma linha dos outros posts relacionados ao assunto, hoje trago 5 covers muito bem executados de um dos grandes nomes do rock britânico, The Who. É mais do que natural que uma banda com exatos 51 anos de estrada tenha influenciado muita gente boa e ganhe versões feitas por outros gigantes da música.
Dá uma conferida!

Magic Bus – Simon Le Bon (1999): Presente nas compilações japonesas Nescafe Excella: Sounds of Summer (1996) e Meli Melo (2003), este simpático cover lançado originalmente em 1968, traz a voz macia de Simon Le Bon numa versão suingada com riffs harmônicos e teclado animado, no melhor estilo new wave/romantic.

My Generation – Iron Maiden (1996): B-side do single de Lord Of the Files (1996), esta versão pesada do clássico de 1965 do Who traz à frente dos vocais do Maiden o insosso Blaze Bailey – que não é nenhuma brastemp, isso é verdade. Mas o que realmente conta (e muito) nesta versão é o peso instrumental com forte destaque (como sempre) para o baixo ~quase humano~ de Steve Harris e a batera engenhosa de Mr. McBrain.

Substitute – Great White (1984): A deliciosa versão hard de Substitute feita pelo Great White pode ser encontrada no autointitulado álbum debut da banda, de 1984. Com guitarra e batera pesadas, a música ganhou uma nova roupagem sem perder a identidade que a consagrou com o Who em 1966.

The Seeker – Rush (2004): Quando Pete Townshend (autor de grande parte das músicas do Who e músico da banda) escreveu The Seeker em 1970, ele jamais poderia imaginar que anos depois sua canção ganharia uma roupagem tão grandiosa. Regravada pelo Rush no álbum Feedback (2004), este cover é de cair o … queixo, tamanha técnica dos caras. Não é a toa que escolhi uma versão ao vivo pra postar por aqui, dá um confere:

Thhe Real Me – W.A.S.P. (1989): Presente no quarto trabalho dos caras do W.A.S.P., The Headless Children (1989),  The Real Me é parte do álbum de ópera-rock Quadrophenia (1973) – que inclusive ganhou uma versão cinematográfica da qual eu falei aqui. Nesta versão o som aparece bem mais pesado, ao melhor estilo heavy metal: riffs potentes, baixo enérgico e batera agressiva.

Postado ao som do álbum “Feedback” (2004), Rush.

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Sobre rosegomes

Rose,Tia Rose, Desert Rose ou só Desert, como quiser. Estudante de jornalismo, amante de boa música e boa bebida. Traz no currículo a pretensão de ser um Fábio Massari de saias. Contato: cademeuwhiskey@gmail.com
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