Ninguém Sai Daqui Vivo: um pouco sobre a história do Doors

Ninguém Sai Daqui Vivo

“Há coisas que são conhecidas e coisas que são desconhecidas e, entre elas, há portas.” Esta frase de William Blake repetida algumas vezes por Jim Morrison, o complexo vocalista da banda americana The Doors e pelo tecladista do quarteto americano, Ray Manzarek, define o espírito de um dos grupos mais populares dos anos 60. “Ninguém Sai Vivo Daqui”, escrito pelo jornalista Jerry Hopkins e por Danny Sugerman, secretário de longa data da banda, traz o registro mais completo  e detalhado sobre os primeiros passos do Doors até a fama e os problemas que se seguiram em decorrência dela e do uso excessivo de drogas feito em especial por Morrison.

30ed7276df5db1f328e38ee65f44a152O vocalista é apresentado não apenas como um rockstar babaca que tinha seus péssimos momentos e fazia piadas dignas de um espírito de porco, mas também como um jovem dotado de extrema  generosidade, sensibilidade e inteligência,  sempre envolto com  questões filosóficas, o cinema e a poesia.

Do início da vida de Morrison, sua infância com os pais e irmãos até o auge com o Doors, as drogas, as prisões, as mulheres que passaram por sua agitada vida sentimental, o livro de Hopkins retrata todos os pormenores e se torna indispensável a qualquer fã não só da banda como de música, em geral.

Um dos grandes destaques da biografia fica por conta das passagens de algumas letras, o processo de composição e o ponto de vista dos integrantes do grupo, que passou por altos e baixos tendo se enfraquecido após a morte de Jim Morrison, em julho de 1971.

Jim Morrison – “Ninguém Sai Vivo Daqui” (No One Here Gets Out Alive)

Jerry Hopkins e Danny Sugerman

Editora Novo Século – 405 páginas

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Postado ao som do álbum “No Escape” (2006) – At Once.

 

Sobre rosegomes

Rose,Tia Rose, Desert Rose ou só Desert, como quiser. Estudante de jornalismo, amante de boa música e boa bebida. Traz no currículo a pretensão de ser um Fábio Massari de saias. Contato: cademeuwhiskey@gmail.com
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