Resenhas: Kansas, Devin Townsend e Bastille

resenhas-kansas-devin-townsen-e-bastilleTrês estilos, três pegadas diferentes, três gerações. Três lançamentos deste mês que diferem em gênero e público, e mesmo sendo tão diferentes apresentam boa qualidade dentro daquilo que fazem. Curioso (a)? Bora conferir:

phoenixKansas – The Prelude Implicit: Com mais de 40 anos de estrada, o Kansas chega em 2016 a seu 15º álbum, quebrando um jejum de 16 anos! Intitulado The Prelude Implicit, o disco marca a estreia do vocalista e tecladista Ronnie Platt, substituindo Steve Walsh, que saiu da banda em 2014.

Você, caro leitor deste despretensioso blog, pode achar que estou viajando, mas após várias audições de The Prelude Implicit classifiquei o disco em um AOR Progressivo (nem sei se esse termo existe, pode ser viagem minha mesmo), ao menos foi a impressão que tive ao ouvir as 10 faixas.

Melodias sublimes e instrumental de excelente qualidade marcam o álbum, que traz como destaque as belíssimas With This Heart, Visibility Zero, The Voyage of Eight Eighteen, Camouflage e Summer.

Belo registro!

★★★★

 

 

devintownsendprojecttranscendencecdDevin Townsend Project – Transcendence: Pra quem é chegado num metal progressivo e sinfônico, desses que você dá o play, fecha os olhos e viaja loucamente entre riffs poderosos, viradas pesadas e solos de guitarra pra lá de engenhosos, Transcendence, 17º trabalho do músico canadense Devin Townsend, é um verdadeiro prato cheio!

O álbum traz em sua versão simples 10 faixas muito bem trabalhadas, que em conjunto remetem a um quase espetáculo teatral e ainda conta com participações de Ché Aimee Dorval e da musa Anneke van Giersbergen, nos vocais.

Entre as sonzeiras de Transcendence, destaco as incríveis Truth, Failure, Stars e Offer Your Light.

Dê o play e boa viagem!

★★★★★

 

 

rs-247208-rs-bastilleBastille – Wild World: O Bastille é uma banda bem nova – foi formada há 6 anos – mas já mostrou a que veio. O foco dos caras é, sem dúvida, o indie rock em sua essência mais pop. O segundo álbum dos britânicos, Wild World, foi lançado recentemente e já me parece bem mais interessante que o disco debut, Bad Blood (2013), que trouxe como carro chefe a dançante Pompeii.

A produção do álbum, que traz em sua versão completa 19 faixas, ficou a cargo do vocal da banda, Dan Smith, que também foi o responsável pela composição de todas as canções. Entre os principais destaques estão a empolgante Good Grief, primeiro single lançado há uns meses, The Currents, An Act of Kindness, Campus e Shame.

Pra quem curte o estilo taí um álbum cheio de energia!

★★★★

 

 

Postado ao som do álbum Wild World (2016), Bastille.

Sobre rosegomes

Rose,Tia Rose, Desert Rose ou só Desert, como quiser. Estudante de jornalismo, amante de boa música e boa bebida. Traz no currículo a pretensão de ser um Fábio Massari de saias. Contato: cademeuwhiskey@gmail.com
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